"Por que é que propõe que se eliminem os beneficios fiscais da saúde? Essas pessoas não são ricos... Eu acho isto absolutamente impraticável.
Essas pessoas que fazem as suas deduções não são ricos... isso conduziria a um aumento fiscal brutal para a classe média."
José Sócrates,7 de Setembro 2009, RTP, debate com Francisco Louçã
"Aqueles que utilizam os beneficios fiscais recorrem tanto mais a esses beneficios quanto maior o rendimento que possuem. Esta é uma injustiça do nosso sistema fiscal que o PS quer legitimamente corrigir."
José Sócrates, 5 de Setembro, Matosinhos
06 setembro 2010
04 setembro 2010
O PS e o Estrago Social
Artigo de opinião publicado na edição de Agosto do Jornal "Repórter Local"
No comício que marcou o regresso do Partido Socialista à actividade política depois das férias, o eng.º Sócrates lançou um descabelado ataque ao PSD e ao seu Presidente, Pedro Passos Coelho. A acreditar em José Sócrates, o PSD pretende acabar com o Serviço Nacional de Saúde. Mesmo sabendo que já pouca gente acredita em José Sócrates, esta afirmação merece ser vigorosamente desmentida e contrariada.
Em primeiro lugar, porque é falsa. Depois, porque o Partido Socialista tem feito desta desta questão o eixo fundamental da sua argumentação política. Finalmente, porque ao tratar desta questão de forma insuportavelmente demagógica, o PS (ou melhor, Sócrates) está a fomentar o medo e a inveja entre os Portugueses, para além de estar a queimar pontes que serão essenciais para reformas futuras, num área esencial.
Como é evidente, o PSD não pretende acabar com o Serviço Nacional de Saúde. O que o PSD não faz é olhar para os beneficios sociais que o Estado concede aos Portugueses como uma realidade estática e desfasada do mundo. O PS, pelo contrário, parece achar que está tudo bem e vai de gritar e berrar que no “Estado Social” não se toca. O PS, que se quis mostrar como um partido reformista, mostra que afinal é bem reaccionário.
Só que as grandiosas declarações de intenção não resistem à análise dos factos. Enquanto grita que defende o “Estado Social”, o governo socialista fecha escolas, reduz o subsidio de desemprego, reduz as reformas e corta no rendimento social de inserção. Ao mesmo tempo que berra que o PSD quer acabar com o Serviço Nacional de Saúde, é o Partido Socialista que encerra urgências, deixa os doentes horas sem fim à espera por uma consulta num centro de saúde, ou meses à espera por uma operação num hospital.
A verdade é que o actual estado de coisas é insustentável, como bem avisou já o Presidente da República. O Estado gasta mais do que pode. E em vez de cortar na despesa, o PS recorre a aumentos de impostos. Mais impostos e mais impostos. E quando não são os impostos que aumentam, são os beneficios fiscais que desaparecem, o que vai dar ao mesmo. Em troca os portugueses recebem menos e piores serviços. É isto que o PS oferece.
Manuela Ferreira Leite bem avisou o ano passado que “não havia dinheiro para nada”. Sócrates, pelo contrário, sabendo que não havia dinheiro, prometeu um TGV para irmos comprar caramelhos, um aeroporto, além de novas auto estradas. Passaram poucos meses e não há TGV, nem aeroporto nem novas autoestradas. Mais, as autoestradas que o PS mandou fazer a crédito e a que ironicamente chamou SCUT (Sem Custos para o Uilizador) vão passar as ser pagas. Mas o pior ainda está para vir, porque os encargos com as famosas parcerias público-privadas vão duplicar em 2014.
Com a última campanha eleitoral, o PS mostrou que um político antes de umas eleições pode mentir mais que um caçador depois de uma caçada.
O PS tem já uma consolidada reputação em chegar tarde à realidade. Por exemplo, a seguir ao 25 de Abril o PS defendia a irreversibilidade das nacionalizações e mais tarde foi contra as privatizações. Hoje o mesmo PS privatiza tudo e mais um par de botas, até mesmo os Correios. Também nas questões sociais, da saúde às aposentações, passando pela educação, o PS acabará por reconhecer que é preciso procurar soluções alternativas e complementares às oferecidas pelo Estado.
Miguel Monteiro
Vogal da Comissão Política do Núcleo do PSD Joane
No comício que marcou o regresso do Partido Socialista à actividade política depois das férias, o eng.º Sócrates lançou um descabelado ataque ao PSD e ao seu Presidente, Pedro Passos Coelho. A acreditar em José Sócrates, o PSD pretende acabar com o Serviço Nacional de Saúde. Mesmo sabendo que já pouca gente acredita em José Sócrates, esta afirmação merece ser vigorosamente desmentida e contrariada.
Em primeiro lugar, porque é falsa. Depois, porque o Partido Socialista tem feito desta desta questão o eixo fundamental da sua argumentação política. Finalmente, porque ao tratar desta questão de forma insuportavelmente demagógica, o PS (ou melhor, Sócrates) está a fomentar o medo e a inveja entre os Portugueses, para além de estar a queimar pontes que serão essenciais para reformas futuras, num área esencial.
Como é evidente, o PSD não pretende acabar com o Serviço Nacional de Saúde. O que o PSD não faz é olhar para os beneficios sociais que o Estado concede aos Portugueses como uma realidade estática e desfasada do mundo. O PS, pelo contrário, parece achar que está tudo bem e vai de gritar e berrar que no “Estado Social” não se toca. O PS, que se quis mostrar como um partido reformista, mostra que afinal é bem reaccionário.
Só que as grandiosas declarações de intenção não resistem à análise dos factos. Enquanto grita que defende o “Estado Social”, o governo socialista fecha escolas, reduz o subsidio de desemprego, reduz as reformas e corta no rendimento social de inserção. Ao mesmo tempo que berra que o PSD quer acabar com o Serviço Nacional de Saúde, é o Partido Socialista que encerra urgências, deixa os doentes horas sem fim à espera por uma consulta num centro de saúde, ou meses à espera por uma operação num hospital.
A verdade é que o actual estado de coisas é insustentável, como bem avisou já o Presidente da República. O Estado gasta mais do que pode. E em vez de cortar na despesa, o PS recorre a aumentos de impostos. Mais impostos e mais impostos. E quando não são os impostos que aumentam, são os beneficios fiscais que desaparecem, o que vai dar ao mesmo. Em troca os portugueses recebem menos e piores serviços. É isto que o PS oferece.
Manuela Ferreira Leite bem avisou o ano passado que “não havia dinheiro para nada”. Sócrates, pelo contrário, sabendo que não havia dinheiro, prometeu um TGV para irmos comprar caramelhos, um aeroporto, além de novas auto estradas. Passaram poucos meses e não há TGV, nem aeroporto nem novas autoestradas. Mais, as autoestradas que o PS mandou fazer a crédito e a que ironicamente chamou SCUT (Sem Custos para o Uilizador) vão passar as ser pagas. Mas o pior ainda está para vir, porque os encargos com as famosas parcerias público-privadas vão duplicar em 2014.
Com a última campanha eleitoral, o PS mostrou que um político antes de umas eleições pode mentir mais que um caçador depois de uma caçada.
O PS tem já uma consolidada reputação em chegar tarde à realidade. Por exemplo, a seguir ao 25 de Abril o PS defendia a irreversibilidade das nacionalizações e mais tarde foi contra as privatizações. Hoje o mesmo PS privatiza tudo e mais um par de botas, até mesmo os Correios. Também nas questões sociais, da saúde às aposentações, passando pela educação, o PS acabará por reconhecer que é preciso procurar soluções alternativas e complementares às oferecidas pelo Estado.
Miguel Monteiro
Vogal da Comissão Política do Núcleo do PSD Joane
01 setembro 2010
30 agosto 2010
JOANE 2013 - CAMPANHA de FILIAÇÃO de NOVOS MILITANTES
Na persecussão do objectivo traçado pela comissão politica do PSD Joane, REFORÇAR o PSD, GANHAR Joane, a comissão politica do núcleo do PSD de Joane inicia a partir de 01 de Setembro uma CAMPANHA DE FILIAÇÃO DE NOVOS MILITANTES com acções directas e o envolvimento das estruturas do partido, nomeadamente a comissão política concelhia e distrital.
Pretendemos angariar novos militantes, cimentar simpatias e garantir presenças nas actividades partidárias.
Esta iniciativa insere-se num conjunto mais alargado de acções que a estrutura tem planeadas no sentido de aproximar os Joanenses e em especial os jovens da política.
O grande objectivo do partido é o de alargar ao máximo o universo de votantes do PSD com vista a ganhar 2013.
Pretendemos angariar novos militantes, cimentar simpatias e garantir presenças nas actividades partidárias.
Esta iniciativa insere-se num conjunto mais alargado de acções que a estrutura tem planeadas no sentido de aproximar os Joanenses e em especial os jovens da política.
O grande objectivo do partido é o de alargar ao máximo o universo de votantes do PSD com vista a ganhar 2013.
26 junho 2010
23 junho 2010
Assembleia de Freguesia de Joane
Quinta-Feira 24 de Junho, pelas 21:15 horas, no auditório do Centro Cultural de Joane (ATC).
20 junho 2010
19 junho 2010
18 junho 2010
JOANE ESCONDIDA - MANDE AS SUAS FOTOS
Nova funcionalidade deste blogue. Apartir de hoje é possível os Joanenses remeterem-nos informação (fotos, vídeos ou apenas descrição) sobre os problemas que Joane tem e que muitas vezes não se sabem. Publicaremos, e sobretudo, através dos nossos autarcas chamaremos à atenção dos actuais responsáveis autárquicos.
Pode enviá-las para psdjoane@gmail.com
Porque queremos estar Ao Seu Lado a Construir o Futuro de Joane.
Pode enviá-las para psdjoane@gmail.com
Porque queremos estar Ao Seu Lado a Construir o Futuro de Joane.
11 junho 2010
10 junho 2010
PSD nas redes sociais da internet
Aderindo às novas tendências dos meios de comunicação, estamos no facebook e no twitter, estes espaços serão utilizados para:
- Incentivar e promover a participação dos militantes nas várias acções do partido.
- Promover eventos políticos sobre temas de interesse local ou nacional.
- Divulgar a actividade do núcleo.
PSD Joane no Twitter
PSD Joane no Facebook
O núcleo do PSD Joane já tem um perfil no Facebook. Junte-se a nós e partilhe comentários e imagens sobre temas do nosso interesse.
Psd Joane | Cria o teu cartão de visita
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01 junho 2010
ELEIÇÕES PSD JOANE
Muito concorrida a eleição para o núcleo do PSD Joane. Sob o lema “Reforçar o PSD, Ganhar Joane” saiu vencedora a equipa liderada por Miguel Ribeiro. Num universo de 236 militantes com capacidade eleitoral, votaram 185. Os eleitores deram 124 votos à lista de Miguel Ribeiro, a lista de José Machado obteve 55, votos brancos foram 2 e nulos foram 4.Miguel Ribeiro sucede assim a Porfírio Carvalho na presidência do núcleo do PSD Joane.
A comissão politica eleite tem a seguinte composição: Presidente: Miguel Ribeiro; vice-presidente: Miguel Azevedo, tesoureiro: Miguel Lopes e os vogais Armindo Salgado; Francisca Oliveira; Manuel Pereira; Miguel Monteiro; João Cadilhe; Sérgio Cortinhas; Helena Ribeiro; Cristina Lima; Bernardino Costa e Francisco Fernandes.
17 janeiro 2008
27 dezembro 2007
Jantar de Natal
13 dezembro 2007
06 dezembro 2007
Plenário de Núcleo e Jantar de Natal
Convocam-se todos os militantes a reunir em plenário, em sessão ordinária, a realizar na sede, no próximo dia 17 de Dezembro, pelas 21 horas, com a seguinte ordem de trabalhos:
- Informações;
- Situação Política Local.
Convidam-se todos os militantes e simpatizantes para o Jantar de Natal, a realizar no dia 20 de Dezembro pelas 20horas naPizzaria Bitocas, localizada na rua das Fontes.
12 novembro 2007
Assembleia de Freguesia 20 Set. 2007
Noticia www.jornaldigital.com
A deslocalização da feira semanal de Joane para o novo espaço só deverá acontecer no próximo ano. Depois de ter sido apontada para Julho deste ano, a mudança sofreu atrasos, segundo informação de Sá Machado, presidente da Junta de Joane, na última Assembleia de Freguesia (20 de Setembro, Centro Cultural). O autarca, respondendo à interpelação feita por Joaquim Loureiro, da coligação PSD/PP, aponta, sem certeza, o mês de Janeiro de 2008 para a transição. A mudança da feira para um terreno adquirido pela autarquia local, situado junto à Estrada Nacional 206, foi anunciada no início de Fevereiro tendo sido apontado o mês de Julho como a provável altura da deslocalização. Sá Machado salienta que o processo de transição depende, em muito, da colaboração da Câmara Municipal de Famalicão. “Não consigo que a Câmara faça o protocolo connosco quando nos convêm. Foram-nos explicadas determinadas situações que entendemos e, por isso, continuamos a aguardar”, refere o autarca, salientando, porém, que espera para breve o retomar dos trabalhos de preparação do espaço.
PORFÍRIO PROVOCA DEBATE POR CAUSA DO ECOPONTO
Numa Assembleia onde estiveram representadas as instituições joanenses, discutiu-se, ainda, a polémica da transferência do Ecoponto do Parque da Ribeira para o Largo 3 de Julho (na parte inferior do espaço da feira semanal). A transferência não tem sido pacífica, uma vez que muitos dos moradores do prédio situado em frente ao ecoponto não concordam, tendo já sido enviado um abaixo-assinado à Junta de Freguesia. Ao contrário dos moradores, o autarca joanense, Sá Machado, não vê inconvenientes na localização escolhida pela Câmara e, por isso, diz ter-se limitado a dar conhecimento do protesto dos moradores ao vereador com o pelouro do Ambiente. A discussão sobre o assunto surgiu já no período destinado ao público, por iniciativa de Porfírio Carvalho, candidato à Junta, em 2001, pela coligação PSD/PP, e também residente no referido prédio. O presidente da Junta, acusa Carvalho, demitiu-se de fazer o que lhe competia, “limitando- se a mandar um fax em vez de contactar pessoalmente os moradores, numa atitude de pedagogia”. “Fico espantado ao ver que o presidente não é capaz de incentivar a utilização dos ecopontos, explicando junto dos moradores a sua funcionalidade”, afirmou o social-democrata. Sá Machado, por sua vez, considerou “infeliz” a intervenção do seu antigo adversário eleitoral, acusando- o de utilizar as Assembleias para fazer “comícios políticos”. “Acabou de passar um atestado de menoridade aos moradores”, rematou o autarca. Ainda sobre o assunto, refira-se a intervenção do deputado Paulo Couto (PSD/PP), que alertou para o facto de ainda não ter sido reposto o pavimento no lugar onde se encontrava o ecoponto, no Parque da Ribeira, alegadamente retirado devido a problemas de humidades. Sá Machado informou a Assembleia que a mesma empresa que tem a cargo a obra do largo da feira irá resolver a situação.
DOIS VOTOS DE PROTESTO CHUMBADOS
Os deputados aprovaram dois votos de louvor, propostos por ambas as bancadas. Um sobre a nomeação do sacerdote joanense Mário Rui Oliveira para ministro do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica; outro pelos bons resultados obtidos pela Escola Bernardino Machado num concurso internacional (tal como noticiado na última edição do RL). A coligação PSD/PP apresentou dois votos de protesto, que acabaram por ser chumbados pela maioria de eleitos do PS. Em causa, num dos protestos, está o texto do Boletim Informativo da Junta de Joane, concretamente a indicação de os eleitos do PSD/PP votaram contra o alargamento do cemitério. O que foi votado, corrigiu a oposição, “não foi o alargamento, com o qual, obviamente, concordamos, mas sim um pedido feito pelo proprietário do terreno, que entendemos não fazer sentido”, considerou Joaquim Loureiro. O segundo voto de protesto prendese com o facto de os deputados terem sido informados pela comunicação social acerca do debate que a mesa da Assembleia organizou (ver notícia nesta edição) e da criação de um blogue daquele órgão. Não está em causa a iniciativa, merecedora de aplausos, mas a forma como foi transmitida a informação, referiram. Sérgio Cortinhas, presidente da Assembleia de Freguesia, admitiu “falha de comunicação”, mas lembrou o estatuto de autonomia da mesa no que toca à organização de iniciativas. A coligação recomendou ainda ao executivo de Sá Machado que evite os “incidentes” do último encontro, referindo-se à forma como este terá respondido a questões do público, mas o voto mereceu, de igual modo, a reprovação da maioria PS da Assembleia. No encontro foi aprovada uma revisão orçamental, justificada pela admissão, através do Centro de Emprego, de um jovem ao serviço da Junta. O executivo salientou o trabalho desenvolvido pelo jovem, adiantando estarem em marcha dois projectos: “Assembleia dos pequenos” e o gabinete de apoio à população.
QUARTEL DA GNR PRONTO EN JUNHO
O atraso nas obras do quartel da GNR de Joane deveu-se a aumento do custo da obra. A informação foi prestada na Assembleia pelo presidente da Mesa. Sérgio Cortinhas referiu-se a uma informação do Ministério da Administração Interna que dá conta de um aumento do custo de 9,65% em relação ao inicialmente projectado. Segundo o Ministério, a obra recomeçou a 6 de Julho devendo ficar concluída a 13 de Junho de 2008
A deslocalização da feira semanal de Joane para o novo espaço só deverá acontecer no próximo ano. Depois de ter sido apontada para Julho deste ano, a mudança sofreu atrasos, segundo informação de Sá Machado, presidente da Junta de Joane, na última Assembleia de Freguesia (20 de Setembro, Centro Cultural). O autarca, respondendo à interpelação feita por Joaquim Loureiro, da coligação PSD/PP, aponta, sem certeza, o mês de Janeiro de 2008 para a transição. A mudança da feira para um terreno adquirido pela autarquia local, situado junto à Estrada Nacional 206, foi anunciada no início de Fevereiro tendo sido apontado o mês de Julho como a provável altura da deslocalização. Sá Machado salienta que o processo de transição depende, em muito, da colaboração da Câmara Municipal de Famalicão. “Não consigo que a Câmara faça o protocolo connosco quando nos convêm. Foram-nos explicadas determinadas situações que entendemos e, por isso, continuamos a aguardar”, refere o autarca, salientando, porém, que espera para breve o retomar dos trabalhos de preparação do espaço.
PORFÍRIO PROVOCA DEBATE POR CAUSA DO ECOPONTO
Numa Assembleia onde estiveram representadas as instituições joanenses, discutiu-se, ainda, a polémica da transferência do Ecoponto do Parque da Ribeira para o Largo 3 de Julho (na parte inferior do espaço da feira semanal). A transferência não tem sido pacífica, uma vez que muitos dos moradores do prédio situado em frente ao ecoponto não concordam, tendo já sido enviado um abaixo-assinado à Junta de Freguesia. Ao contrário dos moradores, o autarca joanense, Sá Machado, não vê inconvenientes na localização escolhida pela Câmara e, por isso, diz ter-se limitado a dar conhecimento do protesto dos moradores ao vereador com o pelouro do Ambiente. A discussão sobre o assunto surgiu já no período destinado ao público, por iniciativa de Porfírio Carvalho, candidato à Junta, em 2001, pela coligação PSD/PP, e também residente no referido prédio. O presidente da Junta, acusa Carvalho, demitiu-se de fazer o que lhe competia, “limitando- se a mandar um fax em vez de contactar pessoalmente os moradores, numa atitude de pedagogia”. “Fico espantado ao ver que o presidente não é capaz de incentivar a utilização dos ecopontos, explicando junto dos moradores a sua funcionalidade”, afirmou o social-democrata. Sá Machado, por sua vez, considerou “infeliz” a intervenção do seu antigo adversário eleitoral, acusando- o de utilizar as Assembleias para fazer “comícios políticos”. “Acabou de passar um atestado de menoridade aos moradores”, rematou o autarca. Ainda sobre o assunto, refira-se a intervenção do deputado Paulo Couto (PSD/PP), que alertou para o facto de ainda não ter sido reposto o pavimento no lugar onde se encontrava o ecoponto, no Parque da Ribeira, alegadamente retirado devido a problemas de humidades. Sá Machado informou a Assembleia que a mesma empresa que tem a cargo a obra do largo da feira irá resolver a situação.
DOIS VOTOS DE PROTESTO CHUMBADOS
Os deputados aprovaram dois votos de louvor, propostos por ambas as bancadas. Um sobre a nomeação do sacerdote joanense Mário Rui Oliveira para ministro do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica; outro pelos bons resultados obtidos pela Escola Bernardino Machado num concurso internacional (tal como noticiado na última edição do RL). A coligação PSD/PP apresentou dois votos de protesto, que acabaram por ser chumbados pela maioria de eleitos do PS. Em causa, num dos protestos, está o texto do Boletim Informativo da Junta de Joane, concretamente a indicação de os eleitos do PSD/PP votaram contra o alargamento do cemitério. O que foi votado, corrigiu a oposição, “não foi o alargamento, com o qual, obviamente, concordamos, mas sim um pedido feito pelo proprietário do terreno, que entendemos não fazer sentido”, considerou Joaquim Loureiro. O segundo voto de protesto prendese com o facto de os deputados terem sido informados pela comunicação social acerca do debate que a mesa da Assembleia organizou (ver notícia nesta edição) e da criação de um blogue daquele órgão. Não está em causa a iniciativa, merecedora de aplausos, mas a forma como foi transmitida a informação, referiram. Sérgio Cortinhas, presidente da Assembleia de Freguesia, admitiu “falha de comunicação”, mas lembrou o estatuto de autonomia da mesa no que toca à organização de iniciativas. A coligação recomendou ainda ao executivo de Sá Machado que evite os “incidentes” do último encontro, referindo-se à forma como este terá respondido a questões do público, mas o voto mereceu, de igual modo, a reprovação da maioria PS da Assembleia. No encontro foi aprovada uma revisão orçamental, justificada pela admissão, através do Centro de Emprego, de um jovem ao serviço da Junta. O executivo salientou o trabalho desenvolvido pelo jovem, adiantando estarem em marcha dois projectos: “Assembleia dos pequenos” e o gabinete de apoio à população.
QUARTEL DA GNR PRONTO EN JUNHO
O atraso nas obras do quartel da GNR de Joane deveu-se a aumento do custo da obra. A informação foi prestada na Assembleia pelo presidente da Mesa. Sérgio Cortinhas referiu-se a uma informação do Ministério da Administração Interna que dá conta de um aumento do custo de 9,65% em relação ao inicialmente projectado. Segundo o Ministério, a obra recomeçou a 6 de Julho devendo ficar concluída a 13 de Junho de 2008
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